...parte do nosso cérebro registra as sensações que o amado nos causou no momento em que nos apaixonamos por ele (as tais borboletas no estômago, por exemplo...) e as repete involuntariamente, ou seja, contra nossa vontade, toda vez que ele vem à mente.
E eu que me achava patética por sempre mergulhar num misto de insegurança, vergonha, felicidade e amor, quando estava perto de vê-lo. Pensei por várias vezes "Mas isso é ridículo, já devia estar acostumada a vê-lo e não ficar mais assim. Será que isso significa que meu amor ainda é muito imaturo?". A explicação neurológica serviu como um conforto, mas uma leve insegurança ainda circunda minha mente.
Obrigada cérebro, por me deixar ainda mais confusa.
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